VITIMOLOGIA CAMPEIRA

Senta aí, amigo/a.

Mesmo que sejas um dos raros não formados em Direito, dada a pletora e inundação de cursos jurídicos por aí, até na Unistalda vão criar uma faculdade por correspondência, devo te explicar que não são de hoje as teorias que afirmam ser preponderante o papel da vítima na gênese do crime.

Qual é a mulher que não teve ganas de dar um pontaço de adaga num marido borracho. Esse marido é vítima, mas contribuiu para … chalalálálá, chega de teorismos, não aguento mais explicar.

Então vamos ao caso.

Quem me contou o causo foi o dr. Airton, dono da Barraca Missões, com sede em Bossoroca e filiais em toda a parte oeste do Rgs.
O estancieiro queria 3,50 pelo kg de lã. Só estavam pagando 3,00. Se aprochegou um vivente e lhe disse:
- le pago os 3,50 e chaca na buchaca.
- tá bueno. Carreguêmo amanhã.
O comprador foi lá numa 6a. feira, 15,59. Encostou o caminhão e começou a repesar os fardos de lã. O dono da lã já tinha pesado antes e anotado.
E o comprador, com sua balança , ia cantando os valores. Fardo 1 - 253 kgs. E o dono tinha pesado só 233. Fardo 2 - 353, e o dono tinha pesado só 333 kgs.
E assim ia a ciranda e o dono da lã bemn faceiro
- ala pucha, vou ganhar uns mil kgs nessa.
Terminaram a pesagem e o comprador começou a fazer o cheque.
- chê, mas péra aí, é a vista, é chaca na buchaca!
- mas é que nessa reculuta gastei todo o dinheiro vivo.
Mas fazêmo ansim. Descarreguêmo os fardos e eu volto 3a. ou 4a. ou sábado ou semana que vem. O senhor tem razão.
Mas tem uma coisa, vamo tê que pesar de novo tudo.
- mas puruquê, já tá pesado!.
- tá pesado mas para negócio hoje. Semana que vem tenho que pesar de novo. Assim como o sr. desconfia que eu não tenho fundos, eu posso desconfiar quer o sr. vai tirar lã dos fardos…
- Tá bem, possa levar o material, me dê o cheque.

Pois a vítima entupiu com o cheque, nunca teve fundos. Marchou.
Vitimologia campeira.

Comentários

NOSTALGIAS

Permitam-me, amigos, que hoje eu amenize um pouco e me una aos pássaros, em seus trinados matinais, ao lindo céu azul, à brisa amena, a esse nirvana climático.

É que, ultimamente, acometeu-me uma saudade imensa, mas imensa mesmo, de alguns amigos de raiz. Amigos de a gente sentar juntos, na varanda ou na sala e ficar , silentes, ouvindo a 7a. de Beethoven, por exemplo. Amigos de três dias de pescaria num lugar distante, com os papos varando a madrugada.

Assim como as épocas glaciais e os meteoros destruiram os mamutes e os pteridáctilos, o computador expulsou alguns amigos meus da advocacia e do convívio.
Sim, porque hoje é impossível advogar sem o computador.
Mas hoje é impossível conversar conversa sentada. Não há mais cartas nem telefonemas. É só mail ou MSN.
E dois queridos amigos meus estão hibernados, fora do planeta.
Um deles aposentou-se do Ministério Público Federal e vive no meio do mato, entre Jurerê e Canasvieiras. Não tem mais sapatos, nem gravatas. Só bermudas, camisetas e abrigos. Não vai a lugar nenhum. Passa churrasqueando solito com sua mulher, bebericando, lendo e ouvindo aquelas filarmônicas do Leste europeu. Não lê jornais, não liga a Tv.
Éramos e somos amicíssimos. Nos criamos juntos, nossos pais eram amigões, moramos em pensões, formamo-nos juntos em tudo e tivemos escritório em comum.
Quando nos encontramos , há um ano,ficamos sem assunto.
Eu só quero falar em terneiro, carneiro, Expointer, ativismo judicial, política, motor Euro 4, tênis.
Ele se indigna que eu não conheço aquela Sinfonia do Mahler, que tenho pressa demais, que dou bola pra carro, que tenho celular, que passo abrindo o notebook…

Nostalgias…

Comentários (1)

A NEFASTA “CORRENTE” DO GADO GORDO

Imagine o seguinte: você entra numa loja, olha um refrigerador, pergunta o preço, anota num papelucho, pega o número da conta do estabelecimento, anota, carrega o bem e diz:
- daqui a 30 dias deposito o valor.

Mas é isso que acontece, na maioria das vezes em que vendemos gado gordo.
Eles encostam o caminhão, pesam, pegam a nota do produtor e a Guia de Transporte animal e vão com teus bichinhos.
Tu não ficas com nenhum cheque nem nada.
E tem mais: tem frigorífico que pesa os animais na tua estância mas só paga ” a rendimento de carcaça”. Claro que eles te facultam ir lá ver o abate, hehehehe, 500kms de viagem para ver matarem 24 vacas….
Quando chega a data do pagamento é sempre a mesma novela:
- fulano está viajando, está em reunião, está….
Se localizas o comprador ele vem sempre com a mesma:
- mas qual é mesmo tua conta?
Ou então ele te entope de cheques de terceiros, a metade volta e aí tu tens que ir na agência etc…
Quer dizer: para um negócio de 25 mil reais não tem a mínima formalidade ou garantia.
Claro, nem todos são assim, mas muitos são.
E o pequeno e médio pecuarista tem VERGONHA ( já que é uma pessoa humilde e respeitosa) de ” se calçar” e exigir garantias.
É nessa hora que o Banrisul, por exemplo, poderia formatar um mecanismo assim: o vendedor vai até a agência, exibe a nota do produtor, a contra-nota do comprador e a GTA e saca o dinheiro, mediante um juro módico. Claro que o comprador teria de ser cadastrado na agência.
O que está acontecendo é que os frigoríficos, com esse teu gado comprado hoje, vão pagar aquele que compraram há 30 dias de outro, entendeu?
É só um romper a corrente e estamos todos f…..alidos.

Comentários (1)

ANA AMÉLIA SE CANDIDATA MESMO AO SENADO?

Uma fonte minha bem informada, a srta. Koto Via, acaba de me informar que a prestigiada jornalista Ana Amélia de Lemos licencia-se agora, dia 15 de março, para concorrer ao Senado pelo PP.

O lançamento seria em Lagoa Vermelha, sua terra natal e depois em Marau, terra do Turra.

A conferir nos jornais de amanhã….
sorry, mas ademain que vou em frente….

Comentários (1)

CADA UM É RESPONSÁVEL POR SUA FORMAÇÃO

Permitam-me uma reflexão.
Esses dias fui a uma festinha de amigos. Voltava do torneio de tênis de X. La e o pessoal pediu que eu sorteasse duas camisetas entre os presentes. Pensando como fazer, ocorreu-me perguntar qual o nome do jumento na obra Memórias do Coronel Falcão, de Aureliano de Figueiredo Pinto. Note-se que fiz a pergunta na cidade onde Aureliano viveu quase toda sua vida.

Ninguém soube responder.

Toda vez que viajo ao Exterior me constranjo com os brasileiros, frente ao guichê, grunhindo hã, hã, hã, quando lhes fazem perguntas em inglês. Em Bruxelas eu ví uma agente da imigração se indignar com um brasileiro que não entendia suas perguntas em inglês, ao que ela indagou:
- e o sr. fala ” flamish” ( flamengo) ?
Corrosiva a moça, já que o flamengo é falado em poucos cantões.
Esses dias me ocorreu o seguinte:
meu pai e minha mãe nunca me mandaram estudar, nunca perguntaram qual vestibular eu faria, muito menos foram me levar para me inscrever, muito menos me deram dinheiro quando me mandei com uma mochilinha, morar com mais 6 num quartinho na Tomás Flores, em POA.
Me pergunto: o que aconteceu para que hoje a juventude não tenha mais tempo de estudar latim, francês, inglês, filosofia, música?
Para mim é simples a equação. É muita festa. É lazer demais. É TV demais, é MSN demais.
E é leitura de menos, estudo de menos, solidão de menos.
Não aceito que se culpem os professores, nem os colégios, nem ninguém. Os livros estão aí; as bibliotecas , à disposição.
Cada um é, em última análise, responsável por sua formação. E não há como conciliar festa todos os fins de semana, com construção de uma base cultural e de saber.
Ah.. o nome do jumento é Meritíssimo….

Comentários

CENAS DE CAMPANHA

Ontem foi um dia histórico na estância. Instalei, solenemente, a internet a rádio. É que a sede fica no ponto mais alto da região toda. Das casas se vislumbra a vizinha e bucólica Unistalda, com sua torre. Pronto: no alto da minha caixa d’água instalamos a antena que nos dará internet para todos: aos filhos dos peões e a eles próprios. Será minha vingança com meu capataz Luis César: quando acontece um imprevisto ele costuma me dizer
- mas eu le avisei, lembra?
E eu fico sem como provar o fato negativo.
Agora vou ensinar a ele como ” se bate a máquina ” no computador e vou abrir uma pasta com os mails dele.
Estão com medo que agora a peonada se corrompa olhando porcarias? Acho que não: nem a Globo com suas novelas conseguiu isso.
Mas que vai ser uma barbada eles mandaram dados ” on line” para a Arco e para a associação de Angus, isso vai. Sem falar no controle de estoques etc.
Os maricás estão florindo, deixando um perfume dos deuses no ar. Sabiam?
Com a regularidade das chuvas, os campos estão um pastiçal só e a natureza vai se regenerando. Agora é só diferir ( deixar vazias para só usar depois) umas invernadas para o inverno, que cruzaremos esse mar tempestuoso com vento de través.
Vocês sabiam que os gansos vivem em comunidade e que todos, mas todos mesmo ajudam a criar os filhotes? É lindo de os ver, garbosos, marchando em filha indiana para os açudes.
Outro sarro é quando a gente põe uma galinha a chocar ovos de pata. Quando eclodem, os patinhos se mandam para nadar e espadanar no açude e a ” mãe” galinha fica aos gritos desesperados na beira, chamando-os de volta?
Os fins de tarde começam a ser dourados. O sol começa sa se por mais cedo, lá pros lados da Argentina, numa extrema cumplicidade com os campos crioulos, nativos, que também principiam a ficar dourados. E, dos açudes, saltam as faíscas de luz.
Cenas de campanha.

Comentários

A ÚLTIMA VEZ EM QUE VI O DR. ELISEU SANTOS

Fui para a estância na 6a. feira, após jogar uma simples com meu amigo Italo Minuzzi e levar 6x3, 6x3. Lidei com o gado, assamos um cordeirinho em comunhão com todos os companheiros peões e fui dormir 9,30. Acordei-me 5 e pouco e liguei o rádio. Nessa hora não adianta ouvir as da região que passam tocando música ( não uso rádio para ouvir música. Acho que o rádio te que prestar serviços, dar hora certa, previsão do tempo, notícias. Mas como o povo gosta do jeito que tá, deixêmo)., assim que fiquei corujando até, pasmem, sintonizar, em pleno pampa unistaldense , a Rádio Encantado, que deu a notícia da morte do dr. Eliseu Santos.
Esperei as 5,30 chimarreando e então liguei no canal 407 da Sky para ouvir a Gaúcha… o Scola é muito ansioso, passa repetindo demais as coisas. Tudo bem, mudei para o canal 481 que é de música erudita , a única que aturo atualmente.

A última vez que vi, ou em que vi o Dr. Eliseu Santos foi há umas duas semanas , quando participei com ele, mais o Paulo Sérgio de um Pampa Boa Noite na TV. Ele sentou ao meu lado e pude observá-lo. Seus cabelos era, ao que parece, tingidos de preto, vestia-se heterodoxamente: gravata petit pois, camisa listrada e casaco xadrez. O protótipo de um homem que não dá bola para a harmonia da vestimenta como, por exemplo, este que vos fala. Mas nem todo mundo é filho do Armando Henrique, como eu.
Me chamaram a atenção , quando falava com ele, os olhos bem azúis, como os de minha mãe e de minha filha Milène. Mas eram dois punhais. Que coisa impressionante.
O aperto de mão era firme, firme mesmo. E a voz denotava comando, pertinácia, foco.
Nos bastidores me falou que adorava lecionar na faculdade de medicina e que era médico 24 horas por dia.
Me deu seu cartão e me disse:
- fica com Deus.
Lamentável sua morte. Mas, se me for permitido, já que aconteceu, digo que mais vale morrer como ele, peleando como um tigre, do que ser abatido como uma ovelha.
Desculpem a franqueza.

Comentários

TROPEANDO - por Fernando Adauto

Passei o feriadão de Navegantes na estância. O período
coincidiu com os banhos de gado previamente agendados.
Dias muito quentes e inadequados para o serviço nos
fizeram realizar grandes madrugadas. Nos primeiros assovios
dos asas-de-telha estávamos tomando mate. Pegamos
os gados na cama, antes do clarear do dia. Madrugadas
com temperaturas altas, abafadas e sem vento. Ainda
menos mal que a lua cheia, neste quarto, está mais perto
da terra, e, portanto, está maior.

Nos proporcionou madrugadas
muito claras, fazendo sombras como de dia. Cumprimos
as tarefas satisfatoriamente sem que uma rês botasse
a língua para fora. Madrugando, desviamo-nos do
calor do sol e as sesteadas foram compensadoras, com direito
até a sonhos. O trabalho com o gado no verão não
pode obedecer aos horários normais, muito menos ao horário
de verão, em minha opinião um absurdo para qualquer
atividade no Rio Grande do Sul.

Nos meses de verão
temos que sair para o campo, pela manhã, antes do sair do
sol e na parte da tarde desencilhar depois do pôr-do-sol.
As duas horas que antecedem o meio-dia do sol e as primeiras
quatro horas da tarde são inadequadas para lidar
com gado. Portanto, durante os dias de verão temos seis
horas impróprias ao trabalho pecuário. Dá para tomar
mate, almoçar e sestear sem pressa. Quem não sesteia, não
cumpre os horários corretos ou anda cansado e quem faz
barulho na hora da sesta é duplamente maturrango. A sesta
faz parte da cultura campeira e deve ser conservada.
Há mais de dez anos terminamos com o carrapato em
nossa propriedade. Foi uma decisão de minha inteira responsabilidade.
Nenhum técnico consultado concordou. Cansei
do carrapato, da tristeza parasitária, das vacinas preventivas,
premunição e outras técnicas de controle do carrapato
e da tristeza. O prejuízo do carrapato é o maior da pecuária
gaúcha. Resolvi enfrentar o desafio e comprar a briga. Não
me arrependo da decisão, pelo contrário, vanglorio-me; reduzimos
custos e melhoramos em muito o desempenho do gado.
Como temos muito carrapato, na região, realizamos, permanentemente,
controle para evitar a reinfestação dos campos.
Usamos duas doses de ivermectina longa ação por ano e alguns
banhos carrapaticidas estratégicos. Os gados comprados
são dosados e banhados na chegada. As vendas ocorrem
somente para frigoríficos, mesmo as de vacas e novilhas. Para
os animais destinados ao abate são utilizados produtos com
menor carência. Os resultados são tão bons que a tecnologia
está sendo adotada pela vizinhança.

Faço parte do Conselho Assessor Externo da Embrapa
Pecuária Sul. Em uma de suas últimas reuniões, em um trabalho
de grupo, buscávamos sugestões do setor para pesquisa
em pecuária de corte. Apontei ao grupo apresentarmos a
sugestão da erradicação do carrapato. Dei o exemplo dos
americanos que terminaram com a mosca da bicheira. Nossa
região está bem delimitada, ao Sul tem o Uruguai, que quase
não tem mais carrapato; a Oeste temos o Rio Uruguai e ao
Norte o cinturão da agricultura. Para minha surpresa fui contestado
pelos colegas produtores que acham que temos que
seguir convivendo com o exótico parasita. Fome, Carrapato
e Verminose, sempre foram e continuam sendo os problemas
da pecuária gaúcha e a maioria das tecnologias recomendadas

Comentários

ACIRRADO DEBATE MÔNICA X JUREMIR HOJE NA GUAÍBA

Foi eletrizante o debate hoje no programa do Rogério Mendelski.
Juremir Machado da Silva havia escrito um artigo no C. do Povo, criticando acerbamente Mônica Leal e a Governadora pelo fato de as mesmas terem participado da Cavalgada do Mar. E agregou que Mônica tinha ajudado a “matar cavalos”.

A Secretária da Cultura pediu espaço no programa de Mendelski e a cobra fumou hoje pela manhã.
Mônica declarou que o cavalo por ela usado era da Brigada Militar; treinado, portanto, para percursos maiores. E que, se falhas houve, foram da organização, em que ela não tinha ingerência. Mas concordava em que muitas coisas teriam que mudar nas cavalgadas. Só não admitia que, pelo fato de ter prestigiado o evento, setores a estavam tentando denegrir.
Foi quando Juremir disse que o ” mundo cultural” do Estado era contra ela na Cultura. Ao que a Secretária disse que precisou que alguém de fora do ” mundo cultural” assumisse, pagasse um rombo de vários milhões de reais, descobrisse a fraude na LIC, fosse ao Ministério Público denunciar os criminosos e percorresse todo o interior, prestigiando os eventos locais. E mais: trazendo respeitabilidade de novo à area da Cultura.
Juremir ainda a acusou de exonerar Voltaire Schilling sem motivos. Ao que Mônica não mostrou todas as cartas que tem na mão. Mas afirmou que o cargo era de confiança e, assim sendo, nada impedia a demissão se quebrada essa confiança.
Agora aos meus leitores: as cartas que Mônica não quis revelar - e fez bem - foram mostradas à sra; Governadora e estão na Procuradoria para exame.
Mônica revelou-se uma debatedora aguerrida, implacável, corajosa.
E, diga-se a bem da verdade, Juremir não amaciou em momento algum. Mas acho que perdeu o debate.
Pontos para Mendelski que se portou como magistrado durante o calor do embate.

Comentários (1)

IMPERDÍVEL O PAMPA BOA NOITE NO CANAL 4 HOJE

Acabamos de gravar o PBN, sob a batuta de P. Sérgio que, por sinal, nos deu um susto. Teve um pequeno “peripaco” e acabou no Hospital. É o que eu digo,o PS acha que não trabalha demais, delega quase nada, vai em todos os eventos, deita tarde, acorda cedo, não tira férias….
Levou um cagaço, já emagreceu e está tomando água… coisa que ele não fazia.
Bueno: a bancada contou com os Desembargadores Túlio Martins, Carlos Caníbal, Paulo Gasparotto e este que vos fala.
Assuntos: o bolão de Nóia e a responsabilidade objetiva da Caixa Federal, mais Teoria da Aparência, mais Código de Hamurabi; prisão de Arruda, mais ativismo judicial, prisão processual, suas diferenças da prisão em virtude de condenação; e, finalmente, a postura diplomática do Brasil no caso das Malvinas, ops Falklands, ops Malvinas.

É 18 hs.

Comentários

« Publicações anteriores · Publicações posteriores »