NÃO PERCAM AMANHÃ NO CANAL RURAL 19 horas

Não bastasse a bela exposição de mídia de nossa humilde Cabanha que hoje mostrou, em vários flashes, dona Maristela cabresteando um Ile de France, o Canal Rural entrevistou hoje o Marcelo Grazziotin, importante criador de Ile e o meu Administrador da Pecuária Gessinger, o glorioso Luiz César Martins. ( Bah, há dez anos, quando ele veio lá para a Fazenda, não sabia usar o celular e hoje é o queridinho do Rigotto, do Paulo Sérgio Pinto, do Ivan Zurita que tentam comprar seu passe). Por mim, pode ir, mas fique sabendo que daí não vai mais jogar futebol sete conosco todas as tardes, nem eu vou liberar o caminhão para ele ir nos rodeios, hehehehe.

Mais uma coisa: tem municípios agropastoris não se flagrando da importância da Expointer. Conquanto seus prefeitos façam boas administrações da porteira para dentro, estão se descuidando da porteira para fora… É só um pitaco de quem não tem pretensões políticas, mas quer colaborar.

( Em reserva: me aguardem que, quando terminar a Expointer, largarei uma reportagem sobre as Lanchonetes Dançantes.. não largo agora porque sempre vai ter um querendo proibir..)

Adicionar comentário 30 de Agosto de 2010 às 19:29 Ruy Gessinger

A INEFÁVEL DOÇURA DE PELOTAS

Hoje cedo tive a alegria de recepcionar na Casa da Pampa o dr. Ricardo Irigon Vinhas, presidente da Rural de Pelotas, que vinha acompanhado de sua gentil senhora, mais o filhinho João.
Vinha promover, entre outros eventos, a 84a. EXPOFEIRA e a FENADOCE. E, na bagagem, os inigualáveis doces de Pelotas, com os quais me presenteou, enviados que foram pelo meu ” maninhho” Elmar Hadler. Hadler não pode vir, eis que cuida de sua filha, cuja problema de saúde há de se resolver, praza aos céus.

Após conversarmos um pouco, dirigimo-nos ao restaurante da Associação dos Criadores de Cavalos Crioulos. Mas tchê, que finesse! que ambiente classudo.
Na ocasião ressurgiu em mim, com toda a força, uma baita saudade daquela época em que por dois anos, ia semanalmente a Pelotas cuidar dos interesses de minha cliente a Extremo Sul. Foi ali que conheci a fidalguia dos homens pelotenses, que tratam suas mulheres e suas filhas como rainhas. Estas, por sua vez, gentis e delicadas, recebendo os visitantes com muita categoria.
Ademais o pelotense tem um gosto muito refinado e preza por fazer o interior de suas casas extremamente aprazível. Pelotas tem inúmeros restaurantes muito bons, excelentes educandários e uma produção agroindustrial respeitável .
O principal, no entanto, é a refinada educação de todo o seu povo.
Pelotas, sem trocadilho, é uma doçura mesmo!

Adicionar comentário às 12:02 Ruy Gessinger

EXPOINTER BOMBANDO

A TV Pampa e a Rádio Pampa tem a cara da Expointer. E a Casa da Pampa, também chamada de Cabanha Pampa é o point preferido de todo mundo. Sempre rolando água mineral, refris, champagnes e chopp, picadinhos e, meio dia e noite, aquela comida com churrasco, saladas, e tudo de bom.
E Paulo Sérgio comandando a festa.
Ontem e hoje transmitimos , por uma hora, direto de lá, no nosso estúdio panorâmico. A Rede Pampa é que tem a casa melhor localizada de todas as redes de comunicação.
Vários municípios lançando suas feiras aqui na Expointer. Lamento que alguns, que tenho no coração, mas não quero dizer o nome, nem as horas, parece que não se flagraram da importância disso aqui. Enquanto isso, Uruguaiana, Alegrete, São Gabriel, Pelotas, Rio Grande, e tantos outros,presentes e promovendo seus produtos e eventos.
Também agradeço a todo esse pessoal querido que me vê na TV e , ao me encontrar na rua, me abraçam, gostam do que eu falo, pois creio que mais ou menos sei me comunicar, estou nisso desde os 16 anos de idade e, quanto ao agronegócio, falo a verdde nua e crua.
Em matéria de poderio, de qualidade de exemplares de todas as raças, acho que Uruguaiana é absoluta. Gente muito fina, classuda, caprichosa.
Também me impressiono com os equinos. Mesmo deixando de lado a raça Crioula, é um espetáculo o que tem de cabanhas de todo o país se apresentando. Hoje vi uma cena muito linda: uma mulher vestida de rainha árabe, cavalgando um lindo cavalo, com o véu e túnica esvoaçando. Uma visão divina.
No pavilhão da agricultura familiar tudo quanto é coisa boa.
Hoje milhares de visitantes. Vê-se nos olhos das crianças o fascínio ao verem os bichos.
E dê-lhe festa e confraternização.
A Expointer é minha copa do mundo, é o meu carnaval.
Quem estiver sofrendo de ataques de pequenezas ou depressão, venha para cá. Melhora na hora .
Além do que, para o Administrador meio devagar, quase parando, é bom para ver que há coisas acontecendo depois da última rua de sua cidade….

Adicionar comentário 29 de Agosto de 2010 às 16:03 Ruy Gessinger

MEU BAILE FRUSTRADO

Andava bem com vontade de dançar. Depos do Bali Hai, em Atlântida, nunca mais tinha ido.
Até que recebí o convite para um jantar dançante. Logo se atiçaram meus sentidos. Seria no Hotel Sheraton, na parte maravilhosa de P. Alegre, ali perto da Pe. Chagas. Era tudo o que eu queria: alto esporte, mulheres de longo, champagne e canapés, uma janta sensacional, vinho e depois .. ” It had to be you”, Feelings, Chanson d’amour….

Entrada em alto estilo, tudo pontual, garçons amabilíssimos, companhia de mesa sensacional, ambiente só de gente amiga.
Champagne, vinho, jantar, tudo ótimo.
Recolheram os pratos e largaram com “New York, new york”. Peguei a Maristela e me larguei dançando. Foi terminar a música e, sniff, sniff, meteram um rock pauleira e por aí foi, tum tum tum tum. Meus amigos e eu ficamos nos entreolhando e só tum tum tum. O Flores, um dos organizadores da festa , foi lá e pediu ao menos então um samba. Não conseguiu ser ouvido, tum, tum tum.
Optei por tomar uma Freixenet saideira em casa mesmo ouvindo Rod Stewart cantando ” my one and only love”…

Adicionar comentário 28 de Agosto de 2010 às 15:49 Ruy Gessinger

EXPOINTER SEM BARRO NÃO É EXPOINTER E O SORTEIO DA TV PAMPA

Ainda vou dar um ” quinox” nesses que usam a expressão ” mau tempo” para a chuva. Chuva, essa bênção sem a qual não poderíamos subsistir.
Tudo pronto.
Hoje o jornal O Sul publica a foto do reprodutor Ile de France que vamos doar para sorteio pela Rede Pampa. E. segurando o ” taradinho sexual das ovelhas”, o meu querido filho Rudolf.
Junto com esse reprodutor serão sorteados um touro Siementhal e um potro Crioulo, fornecidos por Ivan Zurita e Laitano da Daisul, respectivamente.
A partir de amanhã basta mandar uma SMS Para 051 91901010 e responder à pergunta: qual o nome do parque onde acontece a expointer”. Claro que é o parque de exposições Assis Brasil, né tontinho!.
Essas mensagens ficam armazenadas no computador e o sorteio será eletrônico dia 5.9, ao vivo, na hora do meio dia na TV Pampa, onde estarei muito lindo , fagueiro e faceiro.
Atenção , minha senhôra, esse meu reprodutor não é para fazer churrasquinho, né? ele é para fazer amor com as ovelhas e daí nascem os meméeees. Se você for sorteada e não tiver criação de ovelhas, venda para alguém ou para nós mesmos.

Adicionar comentário 27 de Agosto de 2010 às 13:09 Ruy Gessinger

PERGUNTINHAS INOCENTES

A BALEIA ENCALHADA

O bicho ” Homo burrus” não cansa de se achar Deus. A baleia que , fraca, no fim da vida, encalhou em Capão, é atormentada. Um chegou a montar a cavalo nela, apareceu um rebocador para a puxar de volta ao mar. Tempo e dinheiro gastos, eis que ela encalha novamente.
Uma perguntinha: não seria melhor deixar a dona Natureza seguir seu curso?

PINGUINS NA PRAIA.
Os pinguins afastam-se de seu habitat e, por idade, ou doença, ou fraqueza, acabam dando na praia, moribundos. Pronto: mobilização geral, corre, levam para Rio Grande, no Ceclimar.
Até os biólogos dizem: deixem a Natureza agir… Mas os ” bonzinhos” que não são tão ” bonzinhos” com crianças, têm que aplacar sua culpa.

CHIMARRÃO
Até quando nós, gaúchos, vamos continuar com essa palhaçada de obrigar o Papa, o Fernando Henrique, o Serra, a tomar chimarrão. Olhem a foto do Serra, todo assustado, segurando a bomba como aquele menina quando segura o do seu namorado pela primeira vez. Quando é que vamos compreender que, para querm nunca tomou chimarrão, isso é o mesmo que comer churrasco de cachorro.

CELULAR EM RESTAURANTE
Grosseiro é grosseiro. Por que falar em altos brados ao celular? Proponho que, de agora em diante, se obrigue o comprador a um breve curso de boas maneiras antes de receber seu celular

COMENTÁRIO DE LOEFFLER
Viva a Internet!
Ruy sem ela os conteúdos seriam exclusivos dos senhores dos meios de comunicação. O post de hoje no teu blog é excelente. Quantas pessoas realmente necessitam manter os telefones ligados em restaurante? Quanto à preocupação com animais marinhos, caso desta baleia que mais uma vez foi objeto de matéria no CP de hoje, penso que seja o complexo de culpa que a maioria carrega sem nem mesmo saber por seus comportamentos cotidianos. Basta observarmos o lixo nas praias, nas ruas e por aí vai. Tu que lidas com o campo sabes que um simples saco plástico ingerido por um eqüino é suficiente para matá-lo, pois ele não vomita. Penso que este tema daria um grande e belo texto, mas de que adiantaria escrevê-lo se a grande maioria e os que mais precisam não iria dar-se ao trabalho de ler?

Adicionar comentário 26 de Agosto de 2010 às 07:30 Ruy Gessinger

EXPOINTER : CAUSOS DE AMOR. IMPERDÍVEL !!!!

O Fernando Alves, dono do melhor blog da fronteira e um dos melhores que já ví, ( Paralelo 29), me reenvia um mail que relata as aventuras de um conhecido seu numa Expointer do passado. A propósito, há um mundo submerso maravilhoso na Expointer, que os peões, entre um sorvo e outro, me contam como, por exemplo, as LANCHONETES DANÇANTES que surgem e resplandescem quando os portões se fecham. Os caminhões boiadeiros são testemunhas dessas lidas de amor.
Mas vamos ao relato do amigo do Fernando:
……………………………………………………………………………………….
Caro Ruy,

Expointer, idos de agosto de 1996. Recém fora trazido de volta para Uruguaiana depois de quatro anos de estudos um tanto vagos na Capital … Meu pai, cuja rigidez não tinha persistência, precisou de alguma informação sobre botijão de sêmen e eu, em vez de ir a qualquer casa local do ramo, me prontifiquei a buscá-la … em Esteio! Fui com dinheiro para a passagem de volta e as refeições de um dia … Acontece que, de chegada, conheci a vendedora de um estande de apetrechos de chimarrão (no ano anterior fora recepcionista da ABCZ gaúcha, presidida pelo Pedro Monteiro Lopes que mencionas no post de hoje - , e me apaixonei pela moçoila … que trabalhava das oito às 22 horas, direto, sem dia de folga … e que, por alguma obcura razão, não podia passar as madrugadas longe de casa (que ficava naquela avenida que dá na entrada do estacionamento), nem podíamos circular muito à vontade pelo Parque Assis Brasil… Aí, até meia noite, nos refugiávamos no estande do Hampshire, na esquina, vizinho ao do Ile de France, sabes bem, de que o tio Tabinha (Adolfo Martins de Menezes Neto), meu mantenedor naqueles dias, era presidente. (Lembro de uma tertúlia, o falecido Adalberto Jardim e o Dorotéo Fagundes de pajadores, em que ela resolveu arriscar-se e entrar a madrugada ali, comigo, só pelo prazer das cantorias …) Depois, sozinha, a pé e na escuridão, como tinha quer ser, ia até onde morava, e eu me recolhia à carroceria de um boiadeiro; de manhã, tomava banho frio no alojamento dos peões e ia levar-lhe uma daquelas maças caramelizadas que vendem aí, e esperar o final do expediente, era a minha rotina … Só no fim de tarde do último domingo, fechado o estande das cuias e bombas, é que tivemos mais tempo e fomos ter nossas horas de liberdade em Porto Alegre … Nos despedimos com ela sabendo (mas não me contou) do temporal que a aguardava em casa, e eu achando que o caminhão do meu tio já partira de Esteio … mas voltei pra casa, sem decepcionar o meu pai!

Foi a saudade que me despertou hoje, lendo teus relatos do front!

Adicionar comentário 25 de Agosto de 2010 às 19:56 Ruy Gessinger

EXPOINTER; PERCO O AMIGO, MAS NÃO PERCO A PIADA.

Tenho um espírito deletério, zombeteiro, misturado com mel que já me trouxe alguns dissabores.
Pois não é que começo meu boletim hoje de manhã para a Rádio santiago assim:
- alô Paulo Pinheiro, alô ouvintes, aqui no parque 18 graus. Pinheiro, sabias que hoje conheci a Dilma?
( três segundos de silêncio equivalentes ao tempo que a Terra levou para esfriar)
- hein, balbuciou o Pinheiro, ao qual eu assegurara que não falaria de política em meus boletins.
- a Dilma, achei ela a coisa mais fofinha…
- mais três anos luz de silêncio….
Retornei eu:
- pois é a Dilma é uma terneirinha que nasceu ontem aqui no Parque ;é filha de uma fêmea da Cabanha Pitangueira de Itaqui, de propriedade de Pedro Monteiro Lopes…Botaram o nome Dilma.
Não sei não, mas acho que deu para a minha carreira de correspondente da Rádio Santiago.
——- Desculpa amigo Paulo Pinheiro, ehehehehe.
Bueno. Hoje ví o tamanho absurdo de m inha pequenez como criador ( eu que me achava).
O Inácio Telechea Silva, dono da Rincón del Sarandy de Uruguaiana trouxe 48 exemplares Angus. Alojou-os numa ala inteira ali nos bovinos e, não contente com isso, cercou sua área com um enorme dossel branco. Acho que o homem é colorado, porque me senti em Abu Dhabi olhando para aquilo.
No mais, almocei um almoço dos deuses lá no acampamento dos caminhões. O meu está junto com outros quatro. Contratamos um cozinheiro para ficar de guarda também e não arredar pé, para que não nos furtem tacógrafos ou bombas injetoras. Sentado num cepozinho, com o prato sobre os joelhos comi um arroz de carreteiro dos céus. Quis comer ajoelhado, mas aí iam achar que eu estou variando…

Adicionar comentário às 12:48 Ruy Gessinger

MINHA CASA, MEU CASTELO

Os cariocas em geral não gostam muito de te levar para casa. Lugar para encontro com amigos é na praia ou no restaurante. Tem seu fundamento.
Mas o que passou a me intrigar, ultimamente, é que vários amigos meus clamam e reclamam do domingo de tarde:
- bah.. não tem coisa pior que o domingo de tarde em casa.
E outro amigo, cujo nome preservo, agrega:
- pior que tarde de domingo em casa é tarde de domingo de tarde no interior.
Sou mais adepto da teoria do falecido amigo, pecuarista e filósofo Hermenegildo Sagrillo que, ao ser indagado da razão de, apesar de sua fortuna, nunca ir sequer à praia, retrucava:
- quero que vocês me apontem um lugar melhor do que minha casa…
Mas não tinha eu argumentos para contrapor aos amigos inimigos do domingo em casa, até que li a coluna de ontem do Cláudio Moreno em ZH. Ele mata a questão com essas palavras finais:
——————————————–
Talvez não seja coincidência que as duas histórias mais famosas que o Mundo Antigo produziu neste gênero – a expedição dos Argonautas e o retorno de Ulisses – descrevam os dois trajetos opostos. A primeira narra a viagem mitológica de 50 (cinquenta) jovens heróis, chefiados por Jasão, que deixam a Grécia no rumo da distante Ásia. Seu navio, o lendário Argo, navega para o norte, passa pelo Helesponto (onde, algum tempo depois, seria travada a guerra de Troia) e, depois de mil peripécias, chega ao Mar Negro, inaugurando assim a rota que ligará o Ocidente ao exótico Oriente. É uma jornada para fora, em busca da terra desconhecida que talvez esconda, em algum vale remoto, o verdadeiro jardim do Éden.

Na segunda – a Odisseia, de Homero –, Ulisses segue exatamente o caminho contrário. Terminada a guerra de Troia, ele ruma, com seus navios, para o sul, na direção da Grécia. Faz 10 (dez) anos que deixou, a contragosto, o seu pequeno mas amado reino de Ítaca, mas agora conta os dias que faltam para chegar em casa. Os deuses, no entanto, não lhe são favoráveis, e ele leva mais 10 anos nesta viagem de volta, repleta de perigos e armadilhas. O que o mantém vivo é a vontade inquebrantável de rever sua casa e sua família – e o gênio de Homero nos permite compartilhar a emoção de Ulisses quando reconhece a luminosidade inconfundível do céu de Ítaca e reencontra seu filho, sua mulher, seu pai, seu cachorro fiel e até as árvores que tinham plantado para ele quando criança. É uma jornada para dentro, a volta de um guerreiro que, depois de vagar por 20 (vinte) anos em terra estranha, agora sabe muito bem onde mora a felicidade.

Fico com Ulisses: em minha casa sou feliz. Se não estou nela, estou “fora” – jantei “fora”, passei o dia “fora” –, mas, porta a dentro, estou num universo acolhedor, protetor e confortável. Ela me protege sem me isolar; ela é o meu oásis, e não um lugar de fuga, pois é dela que parto para o mundo, é a ela que retorno para refazer minhas energias. Nela eu me reconheço, porque guarda por toda parte os traços da minha história afetiva; tudo nela me acalma, me tranquiliza – mesa posta, café passado, riso de criança, a voz de minha mulher perguntando se cheguei. Esta é a única utopia possível – e a coisa mais próxima que verei, estou certo, do paraíso que perdemos.

Adicionar comentário às 07:20 Ruy Gessinger

NÃO PERCA HOJE NA TV PAMPA

Bueno hoje ando por cima da carne seca. Além de o jornal O Sul publicar uma foto minha, o Macedo da Rádio Gaúcha rodar minha composição Sóis de Outono no seu programa matinal, ainda fui gravar o Pampa Boa Noite.
Com mediação do Paulo Sérgio Pinto e participação minha e do Adeli Sell, a conversa transcorreu muito bem.
Adeli Sell é um intelectual, tem Curso de Letras, articuladíssimo.
Discutimos a questão dos presentinhos , ops, viagens gratuitas de um ministro no jatinho de um empresário, a Expointer, a fiscalização da Smic em P. Alegre e até sobrou para o Barack Obama e a questão da mesquitta em N. York.

Adicionar comentário 24 de Agosto de 2010 às 10:55 Ruy Gessinger

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