O MAIL
Prezado Dr Rui Gessinger,
Buenas Tardes.
Ao término de mais um ano, é com alegria e satisfação que formulo votos de felicidades, desejando que as benções de Deus (o senhor de tudo) continuem em sua vida e dos que lhes são queridos.
Sou leitor assíduo de suas matérias publicadas no seu Blog e no Expresso Ilustrado, cujo conteúdo traduz a estirpe de um homem culto, que no seu alforge carrega um cabedal de valor imensurável.
Impressiona-me sua devoção pelas coisas do campo, seu apreço pela aconchegante Unistalda e pela hospitaleira Santiago Grande do Sul, terra que desde guri tenho no coração.
Desde que encerrei minha jornada na vida castrense, optei em morar aqui em Campo Grande-MS, por conta do trabalho de minha esposa e do projeto de vida de minhas filhas. Diante do impositivo da prole, pra mim somente restou fazer continência, dar meia volta e curtir a saudade das plagas sul-riograndenses.
Dr Rui, como bem disse o poeta Jaime Brau: “Vou tenteando na cambona/Já bem abaixo do meio…” E na esperança de um dia volver aos pagos gaúcho.
Nem Paul Tillic ou Karl Barth tiveram a sorte de afirmar o que o Senhor intitulou na memorável matéria: Céu é um fundo de Campo.
Em tempo: tudo isso sobre o dorso do cavalo Poeta.
Saudações Fraternas.
Adaltro Albineli Pinto
albineli@ig.com.br
* bah! muito obrigado!!!
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O TEXTO
( foi-me enviado pelo meu amigo, cel. Edson Carvalho)
Eles são melhores
*Luiz Carlos Prates
Os guris são parecidos com os das outras escolas, e assim as gurias. Todos gostam dos mesmos folguedos, músicas, celulares, festas, grupos de amigos, tudo, tudo por igual. Mas são diferentes. Muito diferentes. E para melhor. Por quê?
A pergunta que faço é por fazer.
É rematada tolice a pergunta, mas ela se justifica em razão de muitos anarquistas da esquerda não admitirem.
Mas vão definhar engolindo a verdade: a ordem produz progresso. A disciplina faz gente melhor. A autoridade alicerçada sobre virtudes é o único caminho para a formação de jovens que serão mais tarde cidadãos de bem.
Já fui longe e não disse a que venho. Digo agora. Acabo de abrir a Zero Hora, nossa irmã mais velha e que “mora” em Porto Alegre, e esbarrei numa reportagem que tanto me irritou quanto me deixou feliz. Pode isso? Pode e explico.
A tal reportagem contava do avassalador domínio das escolas militares em formar bons alunos e ganhar medalhas de todo tipo em provas de âmbito nacional, como o concurso anual de matemática promovido pelo Ministério da Educação.
Isso me deixa feliz e também me irrita.
Fico irritado porque é muito óbvia a razão por que são melhores as escolas militares e muita gente teima, ou finge, não ver. Nos colégios militares há disciplina, ordem, uniformes, horários, responsabilidades. Todos andam na linha. Ninguém discute a disciplina. O guri sabe que não pode bobear como o fazem os outros, das escolas regidas pela “pedagogia do amor”, argh.
Numa escola militar, os pais não chegam atirando as chaves do carro sobre a mesa do professor e dizendo a ele, desaforadamente, que lhe pagam o salário, e que por isso exigem respeito com o seu menino… Numa escola militar, os pais dos alunos não erguem o queixo, não são bobos…
Além de tudo, as aulas são dadas por gente qualificada e séria, não há histrionismos para motivar o alunado, o pessoal sabe que ou estuda ou dança. A ordem é unida, sem risinhos histéricos de gurias dengosas nem guris abestados a mandar torpedos de celular durante as aulas. Ah, os colégios militares, todos tinham que ser como eles. A sociedade seria outra.
Aproveito a conversa para mandar um abraço de admiração aos diretores, professores e alunos do nosso Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires, de Florianópolis, um exemplo entre nós. Sei que a moçada do CPM anda na rua de peito estufado, sabem que são diferentes, sabem que estudam numa escola de ordem e progresso.
Se você puder, ponha seu filho ou filha num colégio militar. E durma em paz.
* COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO: se não puder colocar o filho no colégio militar, faça como eu: transforme sua casa numa caserna. Comigo deu certo…
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A DICA
Hoje fugi da praia, que virou coisa de louco e só vai sair do surto dia 5 de janeiro e voltei a P. Alegre. Almocei uma baita de um entrecot no Varietà Bistrô e depois fui ver, com meu filho Rudolf o filme
AVATAR.
É filme de ficção, é meio longo, mas não cansativo. É um filme para crianças. Mas gostei demais. Traz uma mensagem de paz e lida com muita ironia. É a história de humanos que conquistam um planeta distate, ainda puro. Como sempre querem empurrar goela abaixo dos nativos humanóides o ” progresso” e a noção do ” bem” ( bem pra nós, né?).
Leve seu filho, leve seu neto, ou vá ” avec” seu amor, de maozinhas…..