ELEIÇÕES NA OAB
Como vocês sabem, meu escritório é em P. Alegre. Fui lá na frente do TRF 4, no Parque da Harmonia, de carro. Que erro! Fiquei entalado no trânsito.Voltei para casa, na Duque,guardei o carro no sub-solo e peguei um táxi. Era tanta gente que dispensei-o bem antes e fui a pé.
Minha nossa! como encontrei colegas, homens e mulheres, que não via há tempo. Deus meu! o que o tempo faz com os outros ( só com os outros? rsrsrs). Mas ao menos tratei de vestir aquele terno de lã fria, com uma camisa de algodão egípcio e una corbatta española. ” Semos pobre, mas porém metido!”.
Os resultados extra oficiais de P. Alegre deram 87% pra Lamachia contra quase 9% para Mathias e quase 4% para Zinn.
Falei demoradamente com Lamachia.Na verdade ele armou um esquema bem efetivo para as eleições e acho que meu amigo Mathias Nagelstein assustou os eleitores com uma campanha meio audaciosa. Zinn é uma promessa e há de vencer daqui a duas ou três eleições. Está plantando sementes. Vai colher mais adiante.
Lamachia é jovem e a estrondosa maioria dos advogados é jovem.
Gostei demais da maneira respeitosa e lhana como fui tratado por onde passava.
O pleito correu em alto nível. Não sei como foi no interior. Essas eleições corporativas como OAB, Ajuris, Farsul, se resolvem no voto sedimentado em longa campanha anterior e militância dentro da corporação. É por isso que se explica de repente um presidente do TJ ou da Ajuis sem exposição externa. Mas ele , lá dentro, caminhou e trabalhou. E são os de dentro que votam.
Salve a OAB !