Arquivo de 6 de Novembro de 2009

DICA PARA FESTAS DE FIM DE ANO E FORMATURAS: CONTRATEM O NENITO

Agora começam as festas nas empresas, festas de aniversários de formatura, de formaturas propriamente ditas, enfim, volta a alegria e a euforia.

Vou dar uma dica: se você está meio cansado daquelas festas sem graça, mal organizadas, ofereça a seus parceiros, na sua empresa, no seu colégio,

UM SHOW COM NENITO SARTURI !!!

Nenito é jornalista, delegado de polícia e um baita artista. Só a canção ” Um Pito” já o consagraria. Mas Nenito tem um vasta repertório. E não é só música nativa. Ele canta de tudo, menos funk e heavy metal.
Você o contrata e ele leva os violeiros e gaiteiros, tudo no pacote.

E lhe digo, amigo empresário: é muito mais barato do que você pensa.

Faço esse comercial porque meu amigo, parceiro e irmão Nenito está precisado de uns pilas, eis que levou um talagaço pelas costas, de a traição e, como ele diz, o único jeito de se recuperar é trabalhando.

Contatos: 55 - 99712726, 32511917
nenitosarturi@brturbo.com.br

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AS INDICAÇÕES AOS TRIBUNAIS

Zero Hora de hoje publica gravações em que alguém pede à Governadora que escolha um correligionário político para o cargo de desembargador.

Senta aí que eu quero te explicar uma coisa, caro leitor ( ao que não é formado em Direito ou desconhece a mecânica).

Em geral a magistratura é formada por pessoas recrutadas através de concurso público. Na hora da constituição de Tribunais de Justiça ou dos Tribunais Superiores a coisa muda.

Existe um mecanismo que, em princípio, é salutar: o de os Tribunais de Justiça terem uma “quota” de Juízes ( chamados de desembargadores), oriundos dos quadros do Ministério Público ( promotores) e da Advocacia. M.P. e OAB, portanto, quando surge uma vaga destinada ao ” quinto constitucional” elaboram uma lista sêxtupla. Esta é remetida ao Tribunal de Justiça, que escolhe três. Daí, então, essa lista com três vai ao Governador do Estado, que escolhe um.

Esclareço que o acesso dos juízes de carreira ao TJ independe da nomeação do Executivo. O próprio TJ elabora listas e o seu Presidente nomeia os desembargadores.

Houve uma época em que as listas do quinto constitucional tinham nomes de tanta nomeada e respeitabilidade, que seria inimaginável um ” lobby”.

Os que acompanham meu blog já devem ter notado que há tempos venho dando alfinetadas nesse assunto.

Quero deixar claro que sou absolutamente favorável ao quinto constitucional. Ele é salutar e traz a indispensável presença de quem lidou na advocacia ou no MP.

O que me parece problemático é esse verdadeiro tráfico de influencias toda vez que surge uma lista. Até creio que seus integrantes não autorizem nada disso. Mas sempre há os que, para mostrar trânsito e poder, se arrogam em lobistas.

Pior ainda é quando se trata de acesso aos Tribunais Superiores.

Em tudo deveria predominar a ética. Sem ética, nada há a fazer.

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