DEPOIS DA VÍRGULA, CEDILHA
O jovem poeta e professor Alessandro Reiffer gostou da vírgula e colabora.
Excelente a postagem a sobre a vírgula, é bem isso aí mesmo. Esses detalhes mínimos das pontuações e das palavras são das palavras são fascinantes. Tenho um poema que diz assim, referindo-se à sutil presença ou ausência do cedilha em uma palavra:
Cedilha
no amor
um (de)talho mínimo
pode levar à morte…
a força do amor…
um vendaval de Tchaikovsky:
a forca do amor
Abraços,
A. Reiffer
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