Arquivo de Agosto de 2009

TEMOS QUE REPENSAR ALGUMAS COISAS NA EXPOINTER

Falo na questão dos animais.

Sigam-me.

Saí da Cabanha 2a. feira passada, há uma semana. Quinhentos kms. Chegamos e ainda havia obras. Somente sábado houve a pesagem. Pelo stress, calor, agito, vários animais perderam peso. Inclusive uma fêmea Ile de France nossa, maravilhosa, com três cordeirinhos ao pé, sim - trigêmeos, perdeu peso demais e foi cortada do certame. Mas chegou com peso certo.

Agora vejam: a pesagem foi só sábado. E o julgamento das raças Ideal e Ile de France começa só amanhã. Sim, só amanhã.
Quer dizer: estou com dois homens, cansados, estressados, longe de casa tantos dias. E tem as despesas.
Pergunto: por que não julgam mais perto da chegada? Por que não liberam logo os que não ganharam prêmios?
Bueno: amanhã nossa Cabanha vai à luta. Peões e animais sentindo saudade dos nossos campos plácidos e sagrados, da quietude dos fundos de campo, do silêncio milenar daqueles fundões incorrompidos.

Olho pros meus bichos, eles me olham e perguntam na língua dos ovinos:
- e daí seu Ruy: quando é que poderemos voltar pra Unistalda, respirar ar puro, correr pelas pastagens?
e eu respondo: se servir de consolo, tô mais inquieto que vocês. Vamos ” guentar” até domingo.

Mas eu sei que no ano que vem já terei esquecido todo esse stress e voltarei.

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AMANTE X SERVIÇOS PRESTADOS

Todos sabem que, desde os primórdios dos tempos, uma das maneiras de se arrumar na vida é dar uma de alpinista sexual. Que o digam os jogadores de futebol, pagando miles de pensões para os filhos que tiveram com as ” Maria Chuteiras”.

Minha amiga de tantos anos ( foi juíza no RGS), a Ministra do STJ Fátima Nancy Andrighi vem de decidir um caso muito interessante, que convido vocês a tomarem conhecimento.

STJ - Concubina não tem direito a indenização por serviços prestados ao amante

A 3a turma do STJ negou pedido de indenização por 23 anos de serviços prestados por uma mulher que era diarista e concubina de um fazendeiro já falecido.

O pedido foi proposto contra o espólio, representado pela viúva, que tem mais de 80 anos. A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, afastou a possibilidade de se pleitear indenização por serviços domésticos prestados por consequência de um relacionamento de concubinato.

Em seu voto, a relatora destaca que, tanto no término do casamento quanto no término da união estável, nenhum dos envolvidos tem direito a vantagens indenizatórias, inclusive as referentes a serviços domésticos prestados, de maneira que não haveria como garantir tal indenização ao concubinato. “Dessa forma, a concessão de indenização à concubina situaria o concubinato em posição jurídica mais vantajosa que o próprio casamento, o que é incompatível coma as diretrizes constitucionais do artigo 226 da CF/88 (clique aqui) e com o Direito de Família”, afirmou a ministra no voto.

No caso, a concubina pretendia receber quatro salários mínimos por mês a partir de fevereiro de 1966, data de falecimento do fazendeiro, e indenização pelos serviços domésticos que prestou durante o concubinato. A sentença fixou a indenização em um salário mínimo por mês. A decisão foi reformada pelo TJ/MG, que aplicou as regras do Direito Trabalhista. Por entender que se tratava de contrato de prestação de serviço, os desembargadores aplicaram a prescrição de cinco anos e estabeleceram o termo inicial da indenização em cinco anos anteriores à distribuição da petição inicial. O valor foi elevado de um para três salários mínimos por mês.

De acordo com o processo, da relação de concubinato nasceu uma filha, e a diarista, que também é costureira, já recebeu um imóvel com maquinário de confecção. Ela habita em um pavimento e aluga duas lojas no térreo. Isso demonstra que ela e a filha já tiveram uma proteção material assegurada pelo fazendeiro antes de falecer.

Ao analisar todas as peculiaridades do processo, a ministra Nancy Andrighi afastou a conotação trabalhista conferida ao caso e concluiu que o pedido da concubina se assemelha a uma tentativa de buscar, de forma canhestra, direito sucessório que sabidamente não é estendido a ela. Seguindo as considerações da relatora, a 3ª turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso especial do espólio, cassando o acórdão do tribunal mineiro.
( Fonte - Migalhas)

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EXPOINTER: ALGO HAY QUE NÃO SEI BEM O QUE.

O primeiro dia foi de engarrafamento, mas por culpa dos donos de carro que, ao invés de entrarem pelo portão 15, teimavam em entrar no 10. É o que dá não ler os cartazes.
Bueno: sábado tudo ótimo, mas público relativamente reduzido.
A Rádio e a Tv Pampa dando show de cobertura.

Domingo cheguei 6,30 da manhã no Parque, a peonada tratando os bichos, tudo em cima. Iniciei o programa de rádio às 8 e fui até 10, com só gente fina. Secretários de Estado, Machado, Mônica, Demoliner ( o “chefão” do Parque), além de empresários, políticos, peões e criadores. Peguei de secretário do programa um guri novo de Santiago, Rafael Nemitz, que impressionou os ouvintes por seu sotaque de campanha e absoluta correção de leitura e empostação de voz. Tem futuro o rapaz, que é humilde e prestativo.

Noto que Prefeitos e vices, além de líderes municipais, acorrem à Expointer, promovendo seus eventos: Vacaria, Alegrete, Uruguaiana, São Gabriel, Quaraí, Osório, enfim vários municípios. Pelotas vem aí promovendo a Fenadoce.

Constatei que a Br 116 ficou coalhada de carros estacionados. O povo não quer pagar o caro estacionamento ( terceirizado) dentro da Expointer. Além disso, realmente, o público diminuiu. O público em geral, não os expositores.

De certa maneira, desculpem o chauvinismo, mas os animais agradecem. Há mais paz, mais tranquilidade, menos barulho.
Muitos melhoramentos nas pistas de remates e de julgamento.

Mas vamos combinar, A Expointer se tornou uma visita meio dispendiosa e , por isso, o povão recuou
A dupla campeira João Carlos Machado e Mônica Leal fazendo chover.
E a Rede Pampa sorteando um touro Siementhal e um cavalo crioulo. RBS começou a tremer. Hoje metemos uma hora e meia ao vivo na TV.
Mas hoje, mesmo com as finais do Freio de Ouro, não foi essa afluência de público toda.

Será que o pessoal fugiu do stress e foi para a praia? Será que é falta de dinheiro? Serão os preços muito altos? Será saturação? Será a gripe que mete medo?
E não nos esqueçamos: na semana que vem tem feriadão.

Vamos ver como iremos de vendas, que começam a partir de amanhã.

Continuo embasbacado como há diferenças de iniciativa dependendo das regiões do Estado. Alguns municípios ficam desdenhando solenemente a Expointer. E outros, como Não Me Toque vão expor na China. Também, não é qualquer lugar que tem um Ney Mânica… Inclusive estamos para fechar um acordo com ele, para vender ovinos lá na Expodireto.

Para finalizar, nas rodas elegantes , nos boulevares, a conversa entre as socialaites girava em torno da indumentária de dona Yeda para abrir a Expointer. Há quem diga que falta à nossa Governadora uma assessoria mais qualificada nesse tocante.

Eu fora, só ouvi e fiquei quieto. Da minha parte, quando estou em dúvida, meto-lhe terno azul marinho, sapatos pretos, camisa social branca e gravata. Nunca teve erro.

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EXPOINTER - PRIMEIRO DIA

Conforme eu previra, deu um baita de um congestionamento na entrada. Previdentemente saí de casa, em P.Alegre, às 6,30 e cheguei são e salvo no Parque meia hora depois. Fiquei mateando com a peonada até a hora de iniciar meu programa na Rádio Pampa, das 8 às10 horas.
Um dos meus entrevistados, o des. Carlos Rafael ficou preso no engarrafamento: levou meia hora para chegar defronte ao Parque e uma hora para percorrer um quilômetro. No mais foi show nosso programa, que registrou nível excelente de audiência.

Às 10,30 entrei no ar na TV Pampa, convidado pelo Paulo Sérgio Pinto e foi uma trepidação só ao vivo ATÉ MEIO DIA. Depois, aquela costelinha e picanha, que ninguém é de ferro. Está sob minhas asas e vai me ajudar amanhã, a partir das oito, o radialista Rafael Nemitz, essa promessa que já apresentei por aqui a alguns big shots.

Amanhã um macho Ile de France vai aparecer na TV, sendo conduzido pela Maristela Genro, a dona da Cabanha Gessinger.
Estive almoçando com o glorioso Ney Mânica (Cotrijal e Expodireto) e vamos firmar uma parceria entre alguns ovinocultures e a Expodireto para vender ovinos e faturar nossas champagnes importadas no ano que vem lá em Não Me Toque.

Dia de muito sol, muito movimento, muito cavalo. A propósito, Freio de Ouro bombando.

E a Rede Pampa sorteando um touro Siementhal e um Cavalo Crioulo. Fique ligado.
Voltareeeemos. Amanhã, domingo, das 8 às 10 na Rádio Pampa e a partir das 10,30 na TV Pampa canal 4.

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AINDA PALOFFFI, OPS, PALOCCI

Por favor, tchê, vai correndo ali abaixo na matéria que postei sobre o Palofffffi e leia o comentário de um bagual super inteligente. Vale a pena ler. É uma paulada. O cara é preparado e usa o codinome de wild horse.

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EXPOINTER: DICAS

1) Pense um quaquilhão de vezes antes de ir de carro. Do lado de fora está cheio de “guardadores” e a boca não é boa. Do lado de dentro a coisa é meio salgada e é certo que haverá engarrafamento. Vá de Trensurb.

2) Ponha um calçado resistente mas confortável, pois há muita brita e pisos irregulares.

3) Leve sua identidade e mais uns pilas, nada mais que isso. É muita gente, é uma multidão e nunca se sabe.

4) Na dúvida, faça as refeições antes de sair de casa. Sempre tem filas para quase tudo lá no Parque. É uma boa idéia levar sua água mineral.

5) Não acaricie os bichos. Eles não o conhecem e isso só os estressa. Jamais os alimente. Controle as crianças, não as deixe puxar os pelos dos animais ou lhes dar balas. Pode resultar em óbito do animal.

6) Não facilite com equinos e bovinos. Esses animais pesam mais de 400 kgs e podem se irritar ante um stress muito intenso.

7) Nos boulevards, naqueles restaurantes finos, pergunte o preço antes de pedir o prato. Por sinal, estão afixados num cartazinho. Dê uma olhada antes de sentar à mesa.

8) Não invada as pistas de julgamento.

9) Tenha cuidado com os ” churrasquinhos” do lado de fora do Parque.

10) Vigie as crianças que o acompanham. Há muita tomada, extensão de fios, objetos cortantes, animais sendo conduzidos etc.

11)Muna-se de um mapa do Parque , veja o que o interessa e BOA SORTE!

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PARA ENTENDER O JULGAMENTO DE PALOCCI - SÓ PARA LEIGOS

Como diz o título, peço aos doutos que parem de ler. É que eu sabia de tudo, de tudo mesmo, quando estava no meio da Faculdade. Depois, prudentemente, fui sabendo menos e menos. Gosto de explicar coisas aos jejunos em Direito que, a final, estão abraçados com o bom senso. Há muito tempo abandonei trabalhos acadêmicos e me dedico a destruir ou tentar deletar a reserva da linguagem jurídica aos iniciados. Todos nós , inclusive quem nunca leu nada sobre Direito, temos dentro de nós uma tábua de valores que nos orienta. O resto é linguagem cifrada, retórica, muita retórica.

É o seguinte, senta aí e me escuta.

Prefeitos, governadores, deputados, juízes, etc, pela relevânia de seus cargos (segundo entendeu o legislador) não podem, como os vís mortais, serem julgados pelo que seria seu JUIZ NATURAL. Tem foro privilegiado. E, também, leis especiais no que tange a processo.
Vai daí que o recebimento da denúncia deveria seguir o paradigma de que ” in dubio, pro societate” ( na dúvida você decide em prol da sociedade, quando se trate meramente de RECEBER a denúncia par dar início à instrução). Ou seja, como diz o Lula, o vil mortal acusado vê recebida a denúncia contra si se houver indícios de que a persecução penal tem alguma viabilidade. Aí o processo anda, testemunhas são ouvidas e, no final, o juiz dá a sentença de mérito.Culpado ou inocente.

No foro privilegiado existe uma fase em que o tribunal discute se a denúncia deve ser recebida ou não. Se evidentemente não tem nenhum fundamento, se é um absurdo, o Tribunal não a recebe. No caso do prefeitinho de Cacimbinhas, podem ter certeza de que o mínimo pózinho de suspeita vai fazer com que o Tribunal receba a denúncia.

No caso do seu Palocci, o Excelso e Augusto Pretório entendeu que nenhuma viabilidade tinha a denúncia e nem a recebeu.
É isso aí gente !

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BATI O MARTELO COM A RÁDIO PAMPA

Pois é, vocês sabem que durante 5 anos tive um programaço aos domingos - Pampa Grande do Sul - que foi sucesso de audiência. Fiz um programa jornalístico e cultural em que ninguém apostava. Resultado, o povo da Grande P.Alegre gostou de informação, cultura, notícias ” inside” já que rompi com o batido esquema de chasques, papos furados, gargalhadas.

Parei porque meus negócios não me permitiram mais essa continuidade.

Recebí diversas sondagens de outras redes, mas minha amizade com Paulo Sérgio Pinto falou mais alto.
Retomarei, sábados e domingos, durante a Expointer, das 8 às 10 da manhã, o Pampa Grande do Sul, que será gerado dos estúdios da Pampa lá no Parque ( é o conjunto de estúdios de rádio e TV mais botado de todo o Parque). Tudo ao vivo e por pessoas que sabem a diferença entre um cavalo e uma ovelha. Não é programa gauchesco, não é nativista. É um programa informativo setorizado na Expointer.

Reunirei produtores rurais, peões, tratadores, empresários, agentes culturais, artistas. Vamos conversar em alto nível. Outra coisa: os espaços comerciais serão mínimos, mas de alta qualidade. Não se admite que uma rádio tenha 10 minutos seguidos de comerciais.
É um talk show. Música, só para preencher pequenos espaços: quem quer ouvir música vai para as FMs ou traca um CD no carro e pronto.
Quem é de longe vai em www.pampa.com.br ou sintonize nos 970 AM.

Espero vocês, meus onze mil por minuto que eu tinha.

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EXPOINTER: RURAL OU FASHION ?

Lidei toda a manhã no escritório: terno e gravata. À tarde, botas e bombacha e me fui para ajudar meus cabanheiros lá no Parque.
Eu sou muito ansioso e perfeccionista. Quanto tomo um avião vou duas horas antes para o aeroporto. Se a viagem é internacional, três horas antes estou lá sentadinho.

Se era certo que sairia a Expointer, não tinha por que iniciar as obras tão tarde. Ainda hoje é aquela bateção de martelo, zumbidos de furadeiras, caminhão pra lá e pra cá. Vou repensar isso de trazer os animais no primeiro dia. A metade ainda não veio. Mas a verdade é a seguinte: na 2a. deveria estar tudo pronto. Sugiro que, para o ano que vem, a direção da Expointer obrigue a todos que quiserem montar estandes ou restaurantes, que aprontem tudo dois dias antes da entrada dos animais.

Estão se multiplicando os restaurantes fashion, com lindas passarelas de madeira. São os restaurantes do Angus, Brangus, Ideal, etc. Todos finíssimos, com mesas lindamente ornamentadas. Coisa para quem tem o pila. Não é pro bico do peão.
Haverá desfiles de moda, alta costura e as lojas de carros importados, caríssimos, todas estão montando seus estandes.
Lojas de artigos de couro, lã, calçados finos, tudo vai ter lá.

De outro lado o pessoal dos cavalos está com baias novas e os lavajatos não param de dar banho nos bovinos.
Para onde vai a Expointer? Vai deixar de ser aquele encontro rural, nostálgico, para se tornar um grande mercado onde se venderá desde o avião agrícola, trator, caminhão, caimhonetão importado, casaco de pele, bota de pelica? vai parar o churrasquinho de ovelha da peonada para só ficaram os glamourosos restaurantes de 80 reais um filé com fritas?

Penso que a Expointer é a maior festa gaúcha. É o reencontro de muitos nostálgicos com suas raízes . Ainda é uma feira rural, mas, pelos altos custos e exigências, os cabanheiros médios estão saltando fora.

Claro que os urbanos mais afortunados não vão abrir mão de sua champanhota no final da tarde, naqueles boulevards floridos.
Da minha parte não condeno e até gosto.

Mas que permaneça aquele lado rural, que os peões não sejam cerceados, que possam assar seu churrasquinho em paz.
E que não se transforme a Expointer só num lugar de shows e badalações.
Que se incentive cada vez mais a frequencia a cursos, visitas guiadas, palestras.
Acho que agora está ainda equilibrada a coisa.
Mas não nos esqueçamos que a Expointer é uma exposição feira Rural.

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CURTAS E GROSSAS

* DILMA LARGA PARADA

Amigos do centro do país com os quais tomei um cafezinho hoje me relatam que Dilma não decola, ou larga na caixa, para usar o jargão turfístico. E o site migalhas especula que no seu lugar iria o Paloffffi, ops Palocci. Será?

* VÃO SE DAR O RESPEITO!

As liturgias e as cerimôniias se foram pelo ralo, no Brasil. O Lula só falta chamar a rainha de ” e aí companheira Betty”. O ex marido da sexóloga Marta, aquela mala, mostra, todo tremelicando um cartão vermelho e leva uma mijada do gordito aquele do DEM. O ex de Marta faz molecagem e depois quer respeito…

O Presidente do Excelso Pretório deita falação dentro e fora dos autos, coisa que nem o juiz de paz de Unistalda não faz. Senta-lhe o pau no MP e quer regalias suíças para os presos.

No RS o deputado Kof, digo Cóffy, intimorato, irrestrito, árduo, incandescente, defensor do primeiro casal, quer ser o relator de uma investigação. Pode? E o meu preclaro dep. Fichinha se antecipando a movimentos normais da futura CPI. Só uma pergunta: por que não fazem uma CPI séria e honesta? O povo quer saber o que houve. Perguntar,investigar não ofende!

Vou dizer uma coisa: se essa CPI for boicotada pela maioria governista, esses mesmos deputados vão ver o que é bom para a tosse em outubro do ano que vem.

PP NÃO TEM COMO PRETENDER OUTRA ALIANÇA QUE NÃO YEDA
O PP defende Yeda com mais ardor que o próprio PSDB. Vai dizer o que na campanha se for com chapa própria? Que quer melhorar?

O PMDB SABE QUE TEM DE SAIR LOGO

Mas lamenta deixar as secretarias e os CCs. Também vai ficar sem discurso.

SE TARSO CONSEGUIR
atrair o PDT, está corrido o páreo.

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