A ADVOCACIA EXIGE TOTAL PROFISSIONALISMO
Acabou o tempo do amadorismo e da falta de preparo. E isso ocorre no mundo inteiro.
Migalhas de hoje publica um escrito intitulado ” A study in why major firms are shrinking” ( o estudo revela os motivos que levaram ao declínio vários dos maiores escritórios de advocacia dos EUA).
Também no Brasil a primeira ” era glacial” ocorreu com a Informática. Os antigos e venerandos advogados que tiveram dificuldade em informatizar seus escritórios, sairam de cena .
Há mais, porém.
A contumácia e o litigar temerário são cada vez mais - e justamente - apenados por juízes e Tribunais.
A subida de recursos especiais e extraordinários está sendo notoriamente filtrada. Os advogados estão, assim como os médicos e outros profissionais, sendo obrigados à especialização.
De outro lado, mais do que nunca, o advogado não pode mais prescindir de ferramentas que antigamente não estavam nos currículos. Dependendo da área em que atue, são-lhe exigidos fundamentos de Contabilidade, Estatística,Economia, Gestão.
Além disso, com a globalização, não se admite que um advogado participe de uma reunião de gestores de grandes empresas, se não dominar o inglês.
Daí porque acho que o próprio Exame da Ordem, tão necessário, mas que se atém a questões simples e triviais, é o mínimo do mínimo que se pode exigir para que o recém formado adentre os umbrais da Advocacia.
1 comentário 8 de Junho de 2009 às 13:40 Ruy Gessinger