Arquivo de 8 de Maio de 2009
Carne & Saúde
Reduzindo as pegadas ambientais na indústria de carnes: um estudo australiano -
Uma das principais questões que a indústria de carnes enfrenta no sul da Austrália é a competição pelo uso da terra. Isso é um problema ambiental comum para produtores nos Estados Unidos, Canadá e Europa.
O acesso a regiões costeiras ou lagos e parques nacionais é outra característica comum de locais desejáveis para pessoas urbanas ricas, que buscam um descanso da cidade. Infelizmente, as empresas de carnes e de criação pecuária, embora já tenham sido parte da atração desses locais, rapidamente se tornaram sujeitas a críticas por seus impactos ambientais pelas novas pessoas que chegam. O potencial da indústria de carnes e de criação pecuária para a redução de suas pegadas ambientais depende de pesquisas rurais e dos líderes de comunidades rurais priorizarem a pesquisa ambiental, estimulando programas dedicados a lidar com a questão dos animais e o ambiente.
Por Juliana Santin, Médica Veterinária.
8 de Maio de 2009 às 19:35
Ruy Gessinger
CURTAS E GROSSAS
* MAMÃE, MAMÃE, MAMÃEEEEEEE
Tudo bem tudo certo, as lojas oferecendo indulgências plenárias aos filhos que não telefonam e não visitam as mamães, a preço de comprarem quinquilharias…
É o mesmo caso dos pais que não dão bola para os filhos, não sentam com eles, não conversam e, em compensação dão carro e viagem para a …arghhh…Disney.
* QUEIMEI A LINGUA
Apostei que não vingaria a ação querendo impedir o concurso de oficial de justiça. Bueno, foi só uma liminar. Ainda acho que, no mérito não levam.
* ME VOU PARA A FAZENDA DO ITU
Saí agora do Tribunal, estou exausto, vou dormir daqui a pouco e as 4 da matina me vou para a terra unistaldense, troco de carro e SIGO para a Fazenda do Itu, observar, ouvir, e festejar com queridos amigos, entre os quais Alceu Nicola e Afonso Antunes da Mota, meu candidato a deputado federal.
Ah é?não sabe onde é a fazenda do Itu? pois é aquela que foi do presidente Getúlio, aquela da rede e ele de bombacha, pensando, meditando…
às 19:17
Ruy Gessinger
Eu vivo em contato com a terra. Esse conhecimento empírico me fez desconfiar desde o início desses factóides e amontoados de ” milagres” apregoados por gabinetes refrigerados do Governo Estadiual. Qualquer um que saiba distinguir um touro de uma pomba rola verá que é tudo enrolação.
Faltavam-me, no entanto, argumentos científicos.
Meu amigo Jorge Loeffler me deu a dica certa.
Vá você também leitor no seguinte blog e o pendure entre seus favoritos:
hattp://edulanna.blogspot.com
É o blog do cientista Antônio Eduardo Lanna.
Eis o que ele diz sobre as tais barragens milagrosas:
” Conclusões
Desta forma, um governo que é liderado por uma experiente economista e por um secretário setorial de irrigação que também assim se julga, realiza um investimento sem qualquer racionalidade econômica, para, no caso da barragem do Jaguari, implantar 17.000 ha de arroz, segundo dados oficiais, que beneficiarão pouquíssimos proprietários. Se for suposto que cada proprietário irrigue apenas 100 ha serão somente 170 os “eleitos”. Mais grave ainda, esses investimentos drenam recursos que poderiam ser aplicados na construção de um grande número de pequenos açudes, que beneficiariam um número muito maior de pessoas, onde são necessários, ou seja, no noroeste do RS, ou mesmo na bacia do rio Santa Maria, injetando recursos na agricultura familiar e viabilizando um grande número de pequenas propriedades rurais. Segundo dados da imprensa, a Secretaria de Irrigação anunciou a construção de 6.000 micro açudes e de 1.550 cisternas a um custo de R$ 46 milhões. Com os investimentos apenas da barragem do Jaguari poderia construir o dobro disso; somados aos da barragem do Taquarembó, o quádruplo. Supondo, sempre por baixo, que cada micro-açude e cisterna beneficiará apenas um único proprietário, seriam 15.000 os beneficiados com o investimento (subestimados) da barragem do Jaguari, ou quase 100 vezes mais do que os 170 hipotéticos privilegiados dessa barragem!!!
Essa proposta de micro-açudagem poderia rapidamente alterar o perfil produtivo do meio rural gaúcho, e promover gradualmente uma efetiva proteção contra as secas sazonais, como a que ocorre nesse momento.
Curiosamente, um governo que alegadamente teve coragem de resolver os problemas financeiros do estado, adequando o perfil de sua dívida pública, não leva em consideração questões básicas de eficiência econômica na realização de investimentos que são anunciados como os mais importantes em décadas na área de recursos hídricos e irrigação. Desconsidera oportunidades de promoção social, comprovando as acusações de que governa para as grandes corporações e para os mais bem situados na escala sócio-econômica do estado. Isso sem falar nos enormes impactos ambientais dessas obras, tão mal considerados nos Estudos de Impactos Ambientais, como esse blog relata em suas diversas inserções.
Às futuras gerações caberá o ônus de pagar essa conta gerada por maus investimentos e ainda ver o Pampa gaúcho cada vez mais descaracterizado e o meio rural em contínuo processo de empobrecimento e esvaziamento. O RS perde uma oportunidade de promover um crescimento econômico ambientalmente sustentável e socialmente justo, por razões que - talvez - apenas a Polícia Federal poderá esclarecer.
Postado por Antonio Eduardo Lanna às 11:02
às 07:55
Ruy Gessinger