Arquivo de 18 de Março de 2009

AGRONEGÓCIO; EXSULTATE, JUBILATE!

Acabou neste instante a Feira de Matrizes e Terneiros de Santiago.
A Pecuária Gessinger vendeu fêmeas a 2,51 o kg vivo. Como estão pagando 2,35 a vaca gorda, achamos ótimo negócio.
Arrasamos, porém, nos machos. Olhem só, que beleza, nessa hora de crise: vendemos terneiros Angus a 3,26 o kg vivo, quando o boi gordo está a 2,70; mas o espetáculo foram os terneiros nelores, de 127 kgs, vendidos a 560,00.
Com isso quero dizer que este alemãozinho de Santa Cruz, que se aventurou na Pecuária, acertou quando optou pela qualidade e pelo padrão do produto.
Eu só largo em pista lotes de mesma raça, pelagem, peso e qualidade.
O mercado respondeu.
Ainda acho que a crise é de qualidade!
Desculpem, mas estou eufórico. Na crise, vendemos como nunca.
Quem era comum, não vendeu. Sorry, mas não há mais lugar para o mais ou menos.
Está salvo meu estoque de Freixenet Brut Cordon Negro…
Na m inha vitrola toca a todo o volume,
Exsultaaaaaateeee, jubilaaateeee.

1 comentário 18 de Março de 2009 às 22:25 Ruy Gessinger

10.000 ACESSOS

Em poucos meses vocês me deram a honra de mais de 10.000 acessos, cuja barreira agora foi quebrada. É claro que muitos tem isso por mês.
Mas, particularmente, estou muito feliz, pois liberto de quaisquer peias estilísticas, ou vaidades de erudição, vou mandando meu recado num blog despojado .
Confesso que a minha maior surpresa foi com as resenhas campeiras ou quando uso o idioma ” unistaldês”, que faz o contador dos acesssos entrar em frenesi.

Vamos, então, a trotesito, sempre timoneando e procurando não se enroscar no “fiatel” na hora de varar uma sanga enforquilhado no flete ( esta última frase duvido o João Geraldo, de Natal, RN ou o Cláudio Pimentel de SP decifrarem). Possam ir tenteando…

Adicionar comentário às 13:57 Ruy Gessinger

CURTAS & GROSSAS

POLÊMICA DAS GRANDES EM SANTIAGO

Não posso me meter nessa, sou cidadão honorário de Santiago e, por isso, é-me defeso dar um palpite.
Mas é que um deputado de fora inventou de apresentar um projeto, já votado e aprovado, denominando a simpática cidade de Terra dos Poetas. E não é que de parte de muitos intelectuais surgiram restrições a tal epíteto?
Leia mais em
www.jornalistaprates.blogspot.com

MARTHA MEDEIROS BOTA PARA QUEBRAR

Como vocês sabem, Martha é culta e esclarecida. O que ela escreve, via de regra é o que nós, meros mortais, pensamos.
Olhem só um trecho da coluna de hoje, ao ensejo dos preparativos para declarar o I. de Renda:

” me sinto humilhada quando penso que o o dinheiro que eu poderia usar para comprar mais livros ou para abastecer a dispensa da minha casa vai parar na geladeira do Renan Calheiros, na adega do José Sarney e no tanque de gasolina do carro do Collor”.

É o que eu digo: o particular corta gastos, manda apagar a luz durante o dia, procura só ter os empregados necessários e essa turma que pilha e sacaneia o Brasil, cada dia mais voraz. E é em todos os níveis que tem os espertinhos, alguns se fazendo passar por santinhos e amigos do pobrerio.
Falar nisso: já estou começando a me convencer que o Senado é um monstrengo inútil. Não faria falta se fosse fechado. E o Congresso poderia ficar com 20 % de seus membros, que estaria bem bom.
Alguém sentiu falta daqueles vereadores cujas vagas foram cortadas?

EU NÃO DISSE ?

O delegado Protógenes dará palestra hoje na Univates de Lajeado.
Antes, reune-se com próceres do PSOL.
Nada a ver, mas agora me ocorreu: quem é que repassou informações para Luciana Genro e Pedro Ruas?
Que dúvida cruel.

PROFESSORA É DEMITIDA POR TAPAR BOCA DE ALUNO

Pois é, vou consultar minha equipe de advogados para ver se não prescreveu, mas intentarei uma mega ação de danos morais contra meu professor de piano, o sr. Araújo, que muito reguaço me deu nos dedos, isso em 1962; processarei minha falecida professora de violino, Amália Eidt, nem que tenha de penhorar seu túmulo, pelos knockis que me deu na nuca, por tocar a nota mi com a corda solta, ao invés de usar o mindinho na corda LA. Arrastarei, devidamente algemada, minha mãe Ludmila, de 89 anos, que me obrigava a lavar a louça, todos os dias. Exporei à execração pública o Tenente Brito, meu professor de Educação Física no São Luiz, que chamava de bundões os que não faziam os exercícios no tempo; concito todos os cidadãos de minha geração, que impetremos uma baita e monstruosa ação coletiva contra todos os mestres do passado que nos botavam de ” parede”.
Falando sério, agora.
Eu acho que a professorinha tinha que ser punida por não ter feito o serviço completo com o marginalzinho. Devia ter passado pimenta na boca, como faziam no meu tempo.
E tenho dito!

1 comentário às 12:08 Ruy Gessinger


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